Estava lembrando esses dias do primeiro jogo de RPG que joguei na vida: The Eye Of The Beholder", antes mesmo de jogar RPG de mesa.
Foi algo entre 1991 ou 1992, e eu já conhecia (mal e mal) RPG, mas fora umas coisas toscas no ATARI (é, e quem me chamar de velho leva uma bengalada) nunca tinha chegado muito perto de RPG de verdade.
Foi aí que achei, comprei e joguei "The Eye of The Beholder", que era (para a época) um espetaculo em termos visuais (para começar, era para tela colorida, pra voces terem ideia da penuria de 20 anos atrás).
A jogabilidade, para os padroes atuias, é pessima, mas era boa para a época (não lembro se Doom já existia, mas se existia era o máximo), e permitia construção de um time com diferentes tipos de personagens (colocava Caotic Evil em todos, hehehe).
Não haviam muitos jogos com "cheat codes" e trapaças afins, para mudar as regras a gente usava um programa que mexia na programação do programa (acho que era o PC tools), no sistema DOS (olha a bengalada aí), então acabar um jogo desses era algo que se fazia na raça, mesmo.
Não terminei o jogo. Teve uma hora que meu saco simplesmente acabou, mas at[é lá me diverti bastante.
Enfim, para quem achar, vale a pena conhecer esse jogo (tem uma continuação no mesmo estilo).
Brega
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
D&D - RPG de Temática Adulta: Book of Erotic Fantasy

ESSE D&D eu até jogava!
Para quem reclamava que a gente nunca trazia nada sobre D&D...
Não descobri detalhes sobre o jogo, se é a sério, se é open source, se é oficial nem nada disso.
Mas é uma idéia para lá de divertida! E que existe mesmo.
O sistema é baseado nas regras de D&D, mas trazem a possibilidade e regras para uma temática mais adulta (vulgo, sexo) em um RPG de fantasia medieval.
A autoria é de uma tal Gwendolin F.M. Kestrel e Duncan Scott, e traz regraas sobre sexo consentido entre personagens, fetiches, prostituição, Taboos culturais, ritos de passagem, ninfas, sexo tantrico enquanto magia, classes como o de protetor de Harem, sarcedotizas e prostituição sagrada, voyerismo e formas de se evitar nascimentos não planejados em aventuras.
Para quem achava que jogadores de RPG nunca iriam aprender "os fatos da vida", esta aí a prova do engano...
(Nem precisaria dizer, obviamente, é um sistema absolutamente não-indicado para menores).
Brega
sexta-feira, 30 de julho de 2010
D&D 4.5???
A Wizard resolveu não publicar mais os três livros básicos de D&D.
As alegações giram em torno de um discurso muito bonitinho de "querer dar mais atenção à linha Essentials", mas cheira a manobra para forçar o pessoal a comprar (de novo) novos livros.
Não há razão que justifique deixar de publicar algo que foi lançado a menos de um ano com razoável estardalhaço, e, opinião pessoal (ninguém precisa concordar) é MUITA ingenuidade acreditar que isso é pelo bem dos jogadores.
Trazer o jogo de forma mais simples e fácil de se jogar, reformular raças e afins, e etc, se for mesmo a proposta do "Essentials" já não era a função que o D&D 4.0 prometia cumprir? Que "grandes descobertas" e alterações, em poucos meses se fazem assim, tão necessárias?
Erratas? Juram para mim que, cobrando o que eles cobram, nenhum editor competente foi encontrado para minimizar esse problema?
Já há, rede afora, comentarios prós e contra a medida (a maioria contra, pelo que li), e, mesmo não sendo entusiasta de D&D, não há de se estranhar irritação de quem joga e curte o sistema e ambientação.
Não sendo um entendido, corro o sério risco de falar abobrinha, mas me parece mais do que inútil qualquer revisão de retorno a edição 3.5, ou era inútil, desde o início, a 4.0.
Há pessoas que compram RPGs, ao invéz de baixá-las, e se eu fosse jogador ou mestre de D&D com certeza teria sido um desses "idiotas" (atenção às aspas) que gastam mais de 300 reais por um sistema e seus três livros "essenciais" agora com cheiro de notícia velha.
Quantos meses depois, mesmo?
Já não gostava da idéia de um sistema atrelado a miniaturas. Além de encarecer desnecessariamente o jogo (bonitinhas ou não, esse estímulo a excesso de equipamentos para se jogar algo, sempre me lembra uma passagem de "Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley).
Bem faz a editora de Eclipse Phase. Livros para baixar gratuitos e em papel (vou comprar o EP, exatamente porque vi o pdf baixável e gostei).
Enquanto RPG for sinônimo no Brasil (e fora dele, pelo visto) de algo que precisa de mais capital e menos de criatividade,será menos divertido do que pode ser, menos acessível e meio parecido com um Ogro capitalista.
No Brasil, resta saber como isto afetará um mercado que ainda tenta voltar a patamares anteriores, que tem empresas que investem seus recursos em traduções e impressões, e que, agora, pode ter seu capital empacado por causa da última gracinha do mercado internacional.
Também, resta saber se os brasileiros que compram seus livros com esforço entenderam a lição, e vão usar seu dinheiro em livros e sistemas que os tratem com um pouco mais respeito.
Esperemos que sim.
Brega
As alegações giram em torno de um discurso muito bonitinho de "querer dar mais atenção à linha Essentials", mas cheira a manobra para forçar o pessoal a comprar (de novo) novos livros.
Não há razão que justifique deixar de publicar algo que foi lançado a menos de um ano com razoável estardalhaço, e, opinião pessoal (ninguém precisa concordar) é MUITA ingenuidade acreditar que isso é pelo bem dos jogadores.
Trazer o jogo de forma mais simples e fácil de se jogar, reformular raças e afins, e etc, se for mesmo a proposta do "Essentials" já não era a função que o D&D 4.0 prometia cumprir? Que "grandes descobertas" e alterações, em poucos meses se fazem assim, tão necessárias?
Erratas? Juram para mim que, cobrando o que eles cobram, nenhum editor competente foi encontrado para minimizar esse problema?
Já há, rede afora, comentarios prós e contra a medida (a maioria contra, pelo que li), e, mesmo não sendo entusiasta de D&D, não há de se estranhar irritação de quem joga e curte o sistema e ambientação.
Não sendo um entendido, corro o sério risco de falar abobrinha, mas me parece mais do que inútil qualquer revisão de retorno a edição 3.5, ou era inútil, desde o início, a 4.0.
Há pessoas que compram RPGs, ao invéz de baixá-las, e se eu fosse jogador ou mestre de D&D com certeza teria sido um desses "idiotas" (atenção às aspas) que gastam mais de 300 reais por um sistema e seus três livros "essenciais" agora com cheiro de notícia velha.
Quantos meses depois, mesmo?
Já não gostava da idéia de um sistema atrelado a miniaturas. Além de encarecer desnecessariamente o jogo (bonitinhas ou não, esse estímulo a excesso de equipamentos para se jogar algo, sempre me lembra uma passagem de "Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley).
Bem faz a editora de Eclipse Phase. Livros para baixar gratuitos e em papel (vou comprar o EP, exatamente porque vi o pdf baixável e gostei).
Enquanto RPG for sinônimo no Brasil (e fora dele, pelo visto) de algo que precisa de mais capital e menos de criatividade,será menos divertido do que pode ser, menos acessível e meio parecido com um Ogro capitalista.
No Brasil, resta saber como isto afetará um mercado que ainda tenta voltar a patamares anteriores, que tem empresas que investem seus recursos em traduções e impressões, e que, agora, pode ter seu capital empacado por causa da última gracinha do mercado internacional.
Também, resta saber se os brasileiros que compram seus livros com esforço entenderam a lição, e vão usar seu dinheiro em livros e sistemas que os tratem com um pouco mais respeito.
Esperemos que sim.
Brega
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