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segunda-feira, 30 de maio de 2016

[RESENHA] LIFEBOAT EM PORTUGUÊS: A QUALIDADE FICOU A VER NAVIOS

Devir Vacilando de novo!!! 

Rarissimamente utilizamos este espaço para criticas realmente negativas, mas nem só de críticas positivas vive o mercado do RPG e Boardgames, e quando uma empresa vacila, é justo que o publico deste nicho saiba.

Nunca, em meus mais de 20 anos de comprador da Devir Livraria, vi um material de qualidade tão decepcionante e muito aquém de minhas piores expectativas quanto o LIFEBOAT.

domingo, 12 de outubro de 2014

BANG! da GROW: Análise


Então vamos lá, adoro o Bang!, fico feliz da Grow ter acertado no lançamento do jogo e espero que continue a lançar produtos bacanas.

Do ponto de vista de PREÇO, os 15 reais sugeridos são ótimos.

Problema é que para achar em loja foi um saco de difícil e, quando achei a loja, em um shopping da Tijuca, cobrou os assaltantes 33 reais, ou seja, a distribuição ainda está ruim. Se tivesse em mais lojas seria imensamente mais fácil se comparar e se comprar por um preço acessível (eu raramente faço compras on-line, mas se eles desejam abrir um publico novo, a presença do jogo física em lojas é fundamental).

Dito isso, vamos ao jogo:

Só joguei a versão "pocket", a dos supostos 15 reais. Não sei como está a edição de luxo.

Então vamos a análise:



1) Qualidade do papel: Boa, não tem cara de que vá se desmanchar em poucos jogos. Ponto positivo

2) Tradução: Está ok. O manual, até onde vi, não tem nenhum erro, e as cartas estão com letra clara e texto bem escrito. Ponto Positivo.

3) Qualidade da Impressão: Não está ruim, em si. Um pouco mais clara que a original. Isso não seria um problema para quem só terá esta versão, mas para jogadores mais antigos, com as cartas da edição original, isso é um pouco chato, porque fica mais fácil saber, ao olhar  o monte, que tipo de carta pode não ser. Nenhum fim do mundo, de qualquer modo, até aqui. o GRANDE problema é o TAMANHO. Comparando com as cartas originais há uma leve, porém discrepante diferença. Não misturei ambos os baralhos, mas tende a ser ruim para embaralhar com as expansões.
Entendo que as cores de uma grafia nacional possam variar. Isso acontece e é difícil mesmo de solucionar. Mas DIMENSÕES das cartas estarem fora, já é mais complicado. Não vai atrapalhar que não tem expansões, mas quem tem pode não gostar muito disso.
Ponto Negativo para veteranos, ponto positivo para novatos.

4) Distribuição: Mediana. Fácil, até onde sei, achar pela internet, mas, como dito acima, ainda precisa ser mais facilmente encontrada em lojas físicas. Ponto médio.

5) Expansões: Ainda só uma programada, para esses dias, que é a caixa de luxo. Com preço projetado para algo em torno de 30 reais, desde que se encontre a esse preço, é bastante razoável. O jogo é novo e ainda resta saber se venderá bem como esperamos para possibilitar outras expensões. Ponto positivo, até aqui.



Nota final para Jogadores novatos (que não tenham expansões): 4,5  (de 5)
Nota para Jogadores veteranos (que pretendem adquirir expansões): 3,5 (de 5).

Resumo:
Para jogadores novos é um jogo, em si, excelente, e um bom presente, se conseguir a um preço justo. Mas não recomendo para quem pretende adquirir as expansões.

Link para Pagina da Grow:
http://www.lojagrow.com.br/jogo-bang--pocket-03178/p

Abraços

Brega Presley

sábado, 13 de setembro de 2014

BANG!: Guia de Estratégia para Personagens (parte 2 de 2)

Segunda parte da e estratégia do jogo de cartas Bang! (Grow).

Após apresentarmos um rápido resumo de estratégia para os 8 primeiros personagens, hora de fazer  o mesmo pelos 8 restantes.

Bart Cassidy:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Cada vez que recebe um dano, ele compra uma carta
Estratégia: Eu acho essa habilidade meio chinfrim. Tomar um dano para ter mais uma carta é péssimo negócio, em geral. O único conselho a ser dado aqui é: Não esqueça de pegar a maldita carta quando for atingido.

Black Jack
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Durante a fase 1 ele copra duas cartas e abre a segunda. Se for de espadas, ele compra mais uma.
Estratégia: Não é a minha habilidade preferida. Depende de sorte para ser utilizada, e mesmo se der espadas há sempre o risco de ser uma carta pouco útil. Mas se cair o personagem, o jeito é torcer e prestar atenção nas cartas que aparecerem. Cartas como BANG!, esquiva e Birra nunca são demais, por exemplo, mas tente explorar ao máximo qualquer carta que apareça. Contra ele o ideal é tentar eliminá-lo mais cedo um pouco, já que a cada rodada ele pode abrir uma carta a mais que possa virar o jogo.

Jesse Jones:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Pode comprar sua primeira carta do monte ou da mão de outro personagem.
Estratégia: Por uma questão de segurança, evitando que outro jogador se vingue, comprar a primeira carta de personagens mais distantes pode ser saudável (recomendação do blog Bang! com a qual concordo). Roubar cartas de personagens cujos jogadores já o estão atacando também pode ser uma forma de defesa. Quando um adversário está com o personagem e você não quer arriscar ´perder cartas valiosas, adiar um ataque também não é uma má ideia, evitando assim uma retaliação em um momento incômodo.

Kit Carlson:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Ele abre três cartas na fase 1, escolhe duas e coloca a terceira de volta no topo da pilha de compra (virada para baixo).
Estratégia: É uma habilidade que permite duas coisas: a primeira é escolher uma carta que seja mais útil para aquele momento, o que é obvio. Mas tem outra estratégia que não custa lembrar: Você escolhe 50% das cartas que o jogador seguinte irá comprar. Vamos supor que ele é seu aliado. Deixar para ele uma carta de Birra ou esquiva em momentos cruciais pode ser de enorme ajuda. Por outro lado, substituir uma de bang! ou uma de alcance melhor quando ele é seu adversário, mesmo que isso signifique que você comprará uma carta menos útil, pode ser uma boa forma de defesa. Se estiver enfrentando o personagem, Cat Balou podem frustar os planos da raposa.

Rose Doolan:
Pontos de Vida: 4.
Habilidade:Rose tem +1 de proximidade contra adversários.
Estratégia: A habilidade de Rose é bastante útil em mesas grandes, mas perde um pouco da força em mesas com menos jogadores. O uso de cartas de pânico e armas que permitam ainda mais proximidade do alvo são úteis. Mas uma vulcanic, que permite vários tiros de uma vez, é especialmente mortal. No icncio de uma partida ela pode, entre outras coisas, atacar o dobro de alvos (em vez de somente os dois vizinhos). Contudo, ao longo de uma partida, com o numero de jogadores diminuindo ela já não tem muita graça. Por causa disso ela é um dos alvos que não precisam ser prioritários, normalmente, se personagens mais perigosos estiverem ameaçando você.

Sid Ketchum:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Ao descartar duas cartas, ele pode ganhar um ponto de vida de volta.
Estratégia: Ele é um personagem duro de matar, desde que tenha muitas cartas disponíveis. Cartas como Cat Balou são especialmente úteis já que diminuem as chances dele sobreviver por muito tempo. Já cartas que permitam a ele comprar uma carta a mais (como Empório) são uma péssima ideia, porque podem ter dois usos distintos. Se estiver com este personagem, sobretudo se tiver pouca vida, ter duas cartas na manga sempre é útil.
Dúvidas: Uma dúvida comum é se ele pode descartar duas cartas para ganhar uma vida se estiver por um fio como uma carta de birra permitiria. E ele pode, sim, fazer isso. Em expansões como as que permitem pepitas (Gold Rush), a vantagem dele já não é um diferencial tão grande, mas não chega a ser anulada pelas regras.

Vulture Sam:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Quando um personagem morre, o abutre pode pegar todas as cartas do morto e colocar em sua mão.
Estratégia: Exceto em mesas maiores, onde vai haver uma tremenda matança, a habilidade dele não é tão chamativa. Até porque um personagem quando está para morrer tende a gastar opções como esquiva e Birra, e mesmo bang costumam ser usados "para se vingar" antes do suspiro final. Outro problema é que um personagem que morra tende a ter pouca vida na rodada que antecede sua morte, ou seja, o máximo de cartas carregadas é menor do que o potencial para tanto. Mas sorte é sorte e se cair de ficar com ele não se esqueça de lebrar de ter uma esquiva ou cura na sua própria mão (dificilmente vai comprar uma delas do defunto)

Willy, The Kid:
Pontos de Vida: 4
Habilidade: Não tem limites para o número de Bangs! que podem ser jogados em sua vez.
Estratégia: Potencialmente  o personagem mais forte do jogo, se tiver Bangs suficientes para queimar em seu turno, exceto, talvez, por uma Calamity Janet armada de uma vulcanic. Tente gastar todos os bangs que puder em um só alvo, de uma vez.O adversário, no mínimo, vai correr  o risco de ficar com uma mão mais fraca ao término de seu turno, fora as boas chances de ser eliminado. Contra Willy, o melhor é enfiá-lo na prisão e ter, se possível, um belo barril e muita carta de esquiva e birra à disposição.


Espero ter ajudado um pouco.
Abraços e boa partida!

Brega Presley

sábado, 6 de setembro de 2014

BANG!: Guia de estratégia para Personagens (parte 1 de 2)

Para escrever essa postagem usei minha experiência em mesas e o blog  "The BANG! Blog". ou em português Blog Bang! em Português (esse último não conferi a tradução, mas possivelmente está boa)

Apesar de existirem expansões com mais opções de personagem, uma vez que a maior parte do público terá acesso a caixa inicial do jogo, estou "mirando" esta postagem nestes novos jogadores.

Como uma postagem com uma tradução extensa é inviável para este blogueiro que vos escreve, vou colocar só o principal de cada um, com eventuais modificações a alterações minhas, quando julgar necessário. Para uma estratégia mais detalhada, consultem a página gringa acima citada, mochachos!
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Calamity Janet:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Apelona pacas. Ela pode usar cartas de Bang! como cartas de esquiva e vice-versa. Com uma vulcanic na mão essa personagem é, uma tremenda dor de cabeça aos adversários.
Estratégia: Tenha sempre o máximo de missed/ esquiva e bangs nas mães , em detrimento de outras cartas. O ideal é que, ao enfrenta-la, se gaste um bang, no mínimo, por rodada, evitando que ela tenha muita munição ou esquiva de reserva.Contra ela uma boa coisa é enfiar a moça na prisão sempre que possível. Um duelo contra essa personagem é uma péssima ideia em geral.

El Gringo:
Pontos de vida: 3
Habilidade: Cada dano que outro personagem der nele, ele saca uma carta do jogador responsável  pelo dano. Cada dano = 1 carta. Se o adversário não tiver mais cartas, o dano é aplicado mas nenhuma carta pode ser adquirida.
Estratégia: Contra el Gringo, antes de dar um bang! o ideal é não ter mais cartas úteis na mão, se possível. el Gringo é um bom personagem para ser xerife. Não apenas é um bom personagem defensivo como o ponto extra de homem da lei dá a ele um pouco mais de fôlego. Ter birra sobrando na mão é sempre uma boa ideia quando se joga com este personagem já que, além de retirar uma carta de um adversário, isso evita que o jogador com El Gringo fique fraco demais. Suzy Lafaiete, já que nunca fica sem cartas, é uma personagem que tende a ser bem eficaz contra El Gringo.
Duvidas: Dano de dinamite não dá ao personagem o direito de pegar uma carta. Se bem que com 3 danos causados ele vai estar morto (exceto se tiver uma birra para gastar).

Jourdonaiss:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Sempre que é alvo de um Bang! ele compra uma carta. Se for de copas, ele se safa do dano.
Estratégia: O ideal é ter um barril de proteção. Isso porque a habilidade de proteção não é uma certeza absoluta e quanto mais protegido do risco de um dano, melhor. É uma habilidade bacana, mas depende, e muito, de sorte. É um outro bom personagem bom para se ter como xerife, já que isso aumenta sua sobrevida enormemente.
Duvidas: A habilidade dele não o protege contra Gatling, Indios!, dinamite e duelos, por exemplo. Cartas de ataque em expansões como punho, faca, Howtizer, etc. não podem ser barradas por esta habilidade.

Lucky Duke:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Toda vez que ele precisa comprar  ele compra as duas primeiras e escolhe qual delas quer ficar. Depois compra o resto normalmente.
Estratégia: De modo geral ele é um personagem pouco admirado por jogadores, mas ele tem opontos fortes em estratégia, dependendo das cartas disponíveis. Por exemplo, as cartas de expansão "dinamite" podem ser compradas duas vezes. Se na primeira ele explode, ele pode tentar outra vez (o mesmo valendo para sair da prisão, se não der na primeira, uma segunda pode ser tentada). Ainda assim, a não ser que ele tenha um Barril sua habilidade, na prática. não é muito boa no baralho básico. Se estiver com este ´personagem o uso de dinamiote é sempre uma boa. fora isso tente observar o que falta a ele, como armas melhores, birra ou Bang! e procure minimizar isso ao comprar cartas que tenham estas opções.

Paul Regret:
Pontos de vida: 3
Habilidade: Ele está a +1 de distância dos demais personagens. Na prática, um jogador sem uma arma não consegue atingí-lo.
Estratégia: Uso de cartas de pânico, Indios!, Dinamite (presente em expansões) e gatling são boas opções. No entanto, ele tende a ser um bom personagem para início de jogo, mas de valor diminuido depois, já que não apenas outros jogadores vão sendo eliminados da mesa (encurtando distâncias) como armas de alcance vão sendo adquiridas, o que permite que ele seja atingido. Fora isso, o valor menor de vida dele pode ser fatal em jogos de duração maior, além dele, com vida máxima, só ter 3 cartas no máximo ao final de seu turno.
Dúvidas: Apesar da descrição dizer que ele começa com um mustangue, ele pode usar esta carta azul e ficar em +2 de distância (há uma regra no jogo que impede duas cartas azuis iguais na frente em situações normais, ele não precisa de uma mustangue para ficar +1 de início).

Pedro Ramirez:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Compra a primeira carta do topo do deck de descarte, se quiser.
Estratégia: Contra Ramirez o ideal é o jogador de antes dele não johgue um Bang! ou uma de esquiva. Usando Pedro Ramirez uma boa estratégia, por outro lado, é a de comprar estas cartas (ou birra, por exemplo) como forma de melhorar seu ataque ou defesa. Nem sempre é a melhor opção, mas pode ser especialmente salvador em situações de risco. Outra estratégia é a de se o jogador de ANTES dele for um aliado, descartar uma destas cartas úteis para ajudar Ramirez.

Slab, The Killer:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Quando usa um Bang! o adversário precisa de duas cartas de esquiva para não levar chumbo. É uma excelente opção de personagem, já que dá um bom trabalho para os alvos.
Estratégia: A melhor coisa que pode acontecer a Slab é estar armado de uma boa Vulcanic, uma arma que permite quantos tiros o jogador tiver disponíveis. Contra ele não existem cartas de esquiva demais. Ele é baseado no personagem "Angel Eyes", o vilão de "The Good, The Bad and The Ugly", interpretado por Lee Van Cleef. Faz jus à sua inspiração.

Suzy Lafayette:
Pontos de vida: 4
Habilidade: Sempre que estiver sem cartas, ela compra pega uma nova da pilha de compras;
Estratégia: Contra esta personagem a carta de prisão costuma ser bem eficaz. A melhor carta para ela é a "vulcanic", que permite a chance de, após ter esgotado seus bangs! ter outro para uso. O ideal com esta personagem é gastar o máximo de cartas de uma vez, já que para ela ficar sem nenhuma carta é algo positivo. Sempre que possível use as cartas de esquiva da mão, de forma a poupar cartas de proteção (como a Verde "Placa de Ferro", disponível em expansões) outras quando realmente necessário. Há quem prefira jogar com ela de modo um pouco mais conservador, tendo uma carta de Bang!, por exemplo, de reserva em um duelo ou contra um ataque de índios, mas pessoalmente acho um desperdício de uma habilidade interessante.
Duvidas: Nas perguntas mais frequentes sempre surge a dúvida de se, em um duelo, ela ficar sem cartas, se pode comprar mais uma. A resposta é não, ela só pode comprar outra ao final de um duelo.

Na segunda parte falaremos um pouco sobre a estratégia com os personagens Willy the Kid, Jesse Jones, Bart Cassidy, Black Jack, Kitty Carlson, Rose Doolan Sid Ketchum e Vulture Sam.

Abraços
Brega

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Trilha para Bang Bang: Pistoleiros

Em breve vai sair  o "BANG!" pela Grow, então é hora de aproveitar a desculpa e colocar uma nova seleção de musicas para dar ambientação.

Já falei sobre isso NESSA POSTAGEM. Mas existem yuma centena de musicas boas, no mínimo, então só arranhei o tema.

Dessa vez escolhi temas de filmes de pistoleiros, como Trinity, Sabbata e Sartana.
Espero que agrade.

Um pouco de blá-blá-blá útil: (se preferir, desça para as trilhas de uma vez) é extremamente complicado definir e descobrir filmes de pistoleiros. Vários motivos:

1) Tradutori, Traitori: Há um enorme embrólio de personagens e títulos de filmes ao serem traduzidos. Em italiano um filme  chamado "El Guapo Mata" pode ter sido chamado de "The Revenge of Cisco Kid" nos cinemas americanos e aqui "A Vingança de um Condenado" (exemplo fictício). Ou ser chamado na Itália de "Gringo", nos Eua de "Ringo" e aqui de Django. Isso porque, dependendo do cinema e do público, os tradutores criavam nomes que entendiam como sendo mais rentáveis.

2) A Troca de Atores: O mesmo personagem, como o pistoleiro de negro de Yul Brynner em "7 homens e um Destino" foi vivido por outros atores, como Lee Van Cleef em uma (péssima) continuação.

3) Atores fazendo ouros papéis: Se na trilogia do homem sem medo, Lee Van Cleef faz o "Coronel" em um (por um pounhado de dólares" em um filme, e em outro faz um assassino "Angel Eyes" na terceira sequencia de "Homem sem Nome" (ou "Trilogia dos Dólares"), já dá para imaginar como atores menos conhecidos poderiam ter seus personagens diferentes confundidos em outros filmes.

4) Estúdios diferentes fazendo filmes com os mesmos personagens: Sartana é um bom exemplo. DIFERENTES PRODUÇÕES usavam o nome do personagem e o próprio personagem com outro ator para fazerem um punhado de liras a mais.

Vulgo, faroeste é uma salada.
Portanto, me desculpo, desde já, se errar em alguma coisa, mas até onde a memória e minha pesquisa permitiu, a lista está correta.

Vamos à ela:

1) Indio Black, filme chamado também de "Adios Sabata", é bem bacana. Não lembro do filme, mas cacilda, tem o Yul Brynner. Só pode ser bacana. Não confunda com o Sabata. Era comum misturarem nomes de pistoleios de filmes para chamar público.


2) SABATA: Já Sabata, imortalizado pelo Lee Van Cleef, tem um tema próprio, bem bacana. O filme que mais gosto com esse personagem é o que tem o pistoleiro "Banjo", que usa um rifle em seu instrumento. O filme é ruim, mas divertidopelas bizarrices. O ator que faz Banjo é Willian Berger, e não Klaus Kinski como aparece em algumas listas (só para avisar).


3) Ringo: Apesar de assinada (supostamente) pelo Morriconi, é uma das mais sem graça dessa coletânea, na minha opinião. Ringo foi vivido por Giuliano Gemma, um dos papéis que o consagrou, ao lado do filme "O Dolar Furado".



 Faixa Extra: O Dolar Furado: Por sinal, essa é uma musica que vale a pena de se ter (fica como bônus pela outra do Ringo, aqui).



4) Django: Um bom exemplo do mesmo personagem produzido por pessoas diferentes e totalmente diferentes entre si como resultados finais (e ambos muito bons, diga-se). Mas o tema é o mesmo.



5) Lonesome Billy ("A Gringo Like Me"): personagem do filme "Duelo dos Homens sem Lei". Sei pouico sobre esse filme, mas gosto da musica do personagem.

6) Trinity: Pouco conhecido hoje em dia, era feijão com arroz de cinema da minha geração.


7) Sartana: Há mais de um, mas esse considero o mais bacana. Sartana era enormemente inspirado em James Bond. Seu principal diferencial era um enorme numero de tranqueiras e armas diferentes que ele usava conta seus inimigos.

 
8) Holly Ghost: Uma das que mais gosto do compositor Bruno Nicolai.



9) Bamos a Matar Companero: Essa não é de um pistoleiro, mas foi usada como propaganda do Red Revolver, e é bem legal. O filme fala sobre a revolução mexicana e é interessante. A ser assistisdo com o "For a Fistfull of Dinamyte". São filmes parecidos demais para não desconfiar que alguém plagiou alguém, mas ambos assistíveis (se gosta do gênero).

Por hora está bom.
Abraços

(Brega Presley)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

BANG! Jogo de cartas será lançado pela GROW-

Como fanático por faroeste que sou, tenho especial carinho pelo Bang!. 
(Para quem quiser, segue "Ecstasy of gold" para ler a noticia embalado no clássico de Morriconni).

A GROW vai lançar no brasil a caixa de BANG! por um EXCELENTE preço no módulo mais básico (pocket), e uma de luxo, por um Punhado de Reais a Mais (versão caixa, com marcadores bacaninhas). Ao que me consta, ambas serão uma ótima aquisição.

A maioria dos leitores, creio, conhece, mas cabe uma mini-resenha, aqui:

Bang! é  um jogo de cartas competitivo que brinca com a temática western, sobretudo a de western espaguete.

Nele cada jogador assume uma "personalidade", um personagem com poderes que vão desde vários tiros por rodada até maiores facilidades em cura.

Além disso são sorteadas diferentes "profissões" cada qual com seu objetivo (as nomenclaturas no jogo da grow podem variar):
Sheriff: O homem da lei que deve eliminar os homens maus.
Fora da Lei (que ganham se eliminarem o sheriff)
Vice-delegado: que ajudam a proteger o sheriff)
Renegado, que tem o objetivo de eliminar TODO MUNDO.

O jogo tem algumas expansões, que trazem novas cartas ou regras, e permitem uma dinâmica muito bacana e estratégias bem diferentes dependendo do material usado e número de jogadores.

Há cartas que permitem disparo (como as cartas de BANG! , que dão nome ao jogo), cartas de recuperação de vida (cerveja, por exemplo), cartas de "esquiva" com um chapéu furado desenhado, que evitam um tiro, e outras como cartas de barril, para tentar se proteger, cartas de armas mais potentes, cavalo, ataque de indios e dinamite, dependendo da expansão utilizada.

O jogo básico em sí já é MUITO bom com regras rapidamente explicadas.

Um sub-produto do jogo de cartas é o BANG! - The Dice Game - um jogo de dados com faces multiplas e cartas de personagens que resume bem o jogo de cartas, mas com um pouco menos de bacanice (recomendo igualmente).

Saquem as cartas e bom divertimento!

Em tempo: Tenho jogado com a molecada na oficina de RPG e Jogos e é um dos preferidos, vou ver se levo em um próximo Saia da Masmorra e no JOGA MITA de 27 de setembro.

Ps: só para dar mais um pouco de clima: "Bamos a matar, Companeros!"


Abraços

Ps: A noticia original pode ser lida na página da GROW AQUI!
Passem lá, seus abutres!