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domingo, 9 de novembro de 2014

Cyberpunk X Shadowpunk

Ok, o título foi uma provocação (fiuuu, as pessoas fazem qualquer coisa para chamar a atenção nos dias de hoje!).

Quando diferencio cyberpunk de outros tipos de narrativas (incluindo, isso deve ser meio óbvio, Shadowrun) não faço isso no sentido de oposição.


Na verdade, acho que tudo deva ser jogado e não promovo (juro) nenhuma cruzada pessoal contra este ou aquele jogo. Ok, exceto D&D 4th edição, mas isso não vem ao caso.

O texto a seguir é uma contribuição, uma sugestão, sobre outra forma de se encarar este tipo de ambientação e diferencia-la do cyberpunk clássico. Sejam camaradas e continuem lendo, que , espero, podem até gostar de mim e não me xingar quando pensarem em minha humilde pessoa.

Então vamos lá:


a) PRIMEIRO o porque do termo e o que ele engloba:

O termo tem o objetivo de classificar o tipo de narrativa proposta em jogos de inspiração cyberpunk como um subgênero (sub de derivado, não de inferior ao CB).

Cito os três principais jogos que conheço a respeito:
- Shadowrun (que creio, dispensa comentários)
- Dark Conspirancy (jogo oldschool envolvendo invasões de hordas demoníacas, alienígenas e alta conspirações de corporações altamente corruptas em um mundo com a natureza enlouquecendo)
- Kuro (Rpg francês que tenho curtido pacas e que está sendo traduzido pela editora New Order).

Sombras, Escuro e Negro (Kuro, em japonês).

Todos os três jogos, que usam de uma ambientação de alta tecnologia e o retorno da magia ao mundo, tem a ausência de luz como parte de seu nome. Dos três, Shadowrun é o mais clássico e de maior referência, então o "Shadow" aplicado ao "Punk" (como Vaporpunk, dieselpunk, etc) cabe bem aqui, na minha opinião.

Conforme pretendo explicar, isso é uma diferenciação necessária - e útil!

b) O problema "Cyberpunk" e o que ele engloba - e o que não engloba:

Ok, essa parte será mais extensa, então peço paciência. Basicamente, em sua origem, "Cyberpunk" nem mesmo era o termo adotado pelos escritores que criaram o movimento no início dos anos 1980.

Entre os vários termos utilizados estavam "O Movimento" e 'Neuromancers". Cyberpunk foi, tal qual "Ficção Científica", um termo editorial mais bem-definido para se definir o tipo de literatura que surgia então.

No Brasil, o primeiro romance "cyberpunk" foi "Silicone XXI" que Alfredo Sirkis sempre preferiu chamar de "Noir Futurista. - na outra ponta e de mesmo modo, "Noir Futurista é um termo que se aplica muito bem ao estilo "Cyberpunk" de Rio: Zona de Guerra (Leo Lopes, editora Vecchi).

Isso porque o termo "cyber" não é imprescindível à ambientação, mas o punk, a "vida em baixa" é.

O mote principal de cyberpunk, aliás, é "High Tecnology, Lor Life", algo como "Tecnologia de ponta e Vida de Merda" em uma livre-interpretação minha.

ATENÇÃO, ênfase no "High Tecnology" que isso será necessário para entender meu ponto de vista já já.

De fato, a principal matéria-prima de cyberpunk é a relação do homem e da sociedade com a tecnologia, sendo ela mais do que um mero pano de fundo de ambientação, mas quase um personagem extra nos livros.

Vamos a três exemplos clássicos literários e dois cinematográficos::

-Neuromancer (Willian Gibons): a Matriz é um mundo à parte, trazendo novas perspectivas de relações sociais e profissionais, bem como de possibilidades de auto-descoberta ao personagem principal (Case). Mesmo a forte personagem, Molly Millions, e seus "olhos espelhados" não tem um envolvimento com os implantes à toa. Suas janelas para a alma reflexivas são um componente fundamental para se compreender o livro.

-Piratas de Dados (Bruce Sterling) - O livro começa com a personagem principal tropeçando em um antigo computador na areia da praia. As relações com o meio-ambiente, a visão corporativista-cotidiana, as produções de comida a lá lactobacilos em tanques em uma certa ilha e por aí vai, permeiam e enriquecem a narrativa, dialogam com o personagem. A tecnologia, a "Techneé" faz parte viceraldos personagens, ainda que metaforicamente.

-Rio: Zona de Guerra (Leo Lopes): O Muro do Condomínio criado por Leo Lopes é um marco da tecnologia. ele define a vida e a sociedade de forta bastante expressiva (e opressiva). A arma hightech do detetive noir e romantico, Freitas, é uma parte fundamental dele, como o sabre de luz de Luke Skywalker ou o disco de dados de Tron.

Bladerunner: Certamente o filme mais marcante no gênero: A cidade é a paisagem natural do homem. Fruto não da natureza dos românticos alemães, mas romantica em vários aspectos, também. Nublada, chuvosa, hiper-congestionada (a ponto da polícia precisar sobrevoar as ruas), Ela é fruto da capacidade humana e seu próprio labirinto. Fora isso o filme tem uma série de discussões profundas sobre definições de seres-humanos, humanidade e direito, sobre injustiças diversas e grandes corporações em uma espiral de violência e uma desesperança traduzida em consumo até de animais sintéticos, na esperança de alguma coisa fazer sentido e trazer alento. A tecnologia é a caixa de Pandora em torno da qual dançam os personagens.

Robocop: O policial-máquina é pouco adepto de grandes reflexões sobre si mesmo - ainda que existam momentos de questionamentos - explorado de formas diferentes no original e no reboot do ano passado, a tecnologia modifica corpos e as relações sociais. Ela é a mensageira entre o passado e  opresente, os códigos morais, e, quando falha, potencial ameaça ao Deus do Capital.

Tecnologia.
Tecnologia.
Tecnologia.
E uma vida de merda, em qualquer um dos casos.

Essa distopia hightech é a essênciacyperpunk/ Neuromancista / Noir Futurista .

Cyberpunk é um gênero tão poderoso que virou uma escola de filosofia (antropologia Cyborg) e influenciou e influencia até hoje moda e comportamento, como no caso do Snowcrash e o jogo "Second Life", na música, ns quadrinhos, nas idéias de Cory Doctorow, e nas falas de Elias Herlander sobre termos nos tornado cyberpunk.

No plano espiritual as religiões existem, sim. Neo-paganismos, antigas crenças, maçonarias (como no caso do Game "Deus Ex"), mas sempre (com exceção de um grey pulando de uma sala em D.E., ok) como forma metafórica e de um ponto de vista pragmático.

Não existem, nas concepções ocidentais, um refresco místico-religioso. Tudo é analisado do ponto de vista de um fenômeno social. Em Snowcrash (Nevasca) de Neal Stephenson) uma certa igreja é usada como forma de propagar um novo tipo de vírus linguístico, mas sem um Deus Ex Machina vindo trazer alento aos homens de boa vontade. Em Neuromancer há rastafaris em uma estação espacial, com a religião deles servindo como parte da descrição de uma nova cultura, em "Fuga de Los Angeles (péssimo filme que eu adoro) há uma seita ... de adoradores de cirurgia plástica.

Ou seja, a magia não é real.
No máximo, em filmes como Akira, a natureza de experimentos fogem do controle, e com exceção de um final um pouco ruim (no filme, que o mangá vai mais além e traz soluções das quais gosto mais), nada além disso. E, ainda assim, é uma outra caixa de Pandora aberta por uma produção de tecnologias novas sem preocupações com as consequências.

Cyberpunk dialoga, todo o tempo, com a tecnologia, plausível ao extremo, e em um futuro próximo, e a sociedade, consumismo e exploração.

Daí que vem o Seguinte:

C) Shadowpunk: "High Magic, High Tecnology, Low Life" 


- O Problema "Gibbons":
Disse um dos fundadores do movimento cyberpunk o seguinte:

William Gibson:
To the extent that there was a Cyberpunk movement-and there wasn't, really, but to the extent that there was, the five or six people who I knew in 1981 who were doing this stuff and had a radical aesthetic agenda, at least in terms of that pop-art form of science fiction, [and] one of the things that we were really conscious of was appropriation. Appropriation as a post-modern aesthetic and entrepreneurial strategy. So we were doing it too. We were happily and gloriously lifting all sorts of flavours and colours from all over popular culture and putting it together to our own ends. So when I see things like ShadowRun, the only negative thing 

I feel about it is that initial extreme revulsion at seeing my literary DNA mixed with elves. Somewhere somebody's sitting and saying 'I've got it! We're gonna do William Gibson and Tolkien!' Over my dead body! But I don't have to bear any aesthetic responsibility for it. I've never earned a nickel, but I wouldn't sue them. It's a fair cop. I'm sure there are people who could sue me, if they were so inclined, for messing with their stuff. So it's just kind of amusing.


Não vou traduzir (sem paciência, mal aí), mas se tem alguém que sabe do que fala, é ele.

Que em resumo odeia a mistura de suas idéias com as de Tolkien, o DNA de sua literatura permeado por elfos, e a agenda estética do Cyberpunk enrolada com Shadowrun.


Entre outras coisas, porque magia nesses casos (Shadowrun, Dark Compirancy e Kuro) é REAL.
Ela não é uma metáfora para divergências ideológicas. E aí reside um problema. Me desculpem o purismo, mas cyberpunk já é, por si só, uma ambientação complexa. E fica muito dificil você falar sobre corpos e tecnologia, sobre tecnée e a psiquée, sobre a tecnica como essência do homem (como chamaria o pensador Umberto Galimberti) se o corpo não é humano, mas um troll, um elfo ou um dragão.

Veja, isso não significa que não possa ser tentado. Pode. Mas perdem-se em parte as discussões quando mais uma metáfora é somada sem necessidade. em vez de falar de humanos falamos de Orcs, que já são corpos não-humanos em essência, para se discutir as relações de humanidade e tecnologia. Pera, mas humanidade aonde, ali? Ok, o personagem é uma antropomorfização, mas perde-se um tempo a mais , uma ou várias voltas a mais para se chegar à uma discussão mais essencial.

Em Dark Connspirancy há toda uma construção de uma natureza enlouquecida, o que, por si, dá uma boa ambientação (como em "Tempo Fechado"), mas que perde relevância perto de uma invasão de alienigenas de uma dimensão demoníaca.

Explicando de outo modo:Se for tentar captar os principais elementos da ambientação e aplicá-los a uma temática cyberpunk, a coisa fica meio over, perde parte de seus detalhamentos característicos e bacanas.

BANG BANG x VAPORPUNK: Vou usar um exemplo para explicar essa parte aqui: Deadlands é uma história de Vaporpunk com pitadas de terror que se passa no velho oeste. Mas não é Bang Bang. É Vaporpunk. Saber disso não transforma o jogo em algo ruim. Ao contrário, há excelentes aventuras a serem contadas ali. Mas usar todo esse arsenal de possibilidades para contar a história de Butchcassidy, por exemplo, é quase um anti-clímax. Afinal, Sundance poderia ter uma habilidade de fazer sairem ventos que apagassem suas pegadas, ou terem um gadjet de vapor que pulverizasse uma montanha, ou encontrarem, no meio de sua fuga um vilão com uma aranha gigantesca e a aventura receber outro sabor.

Mas se for para contar a história do filme em uma mesa, um RPG de Velho Oeste, como Dust Devils, pode ser mais apropriado.

O MESMO se passa em Shadowrun e afins. Para que um sujeito que pode quebrar as regras da física vai investir em uma arma de raios? Seres humanos 9ou elfos, ou sei lá) sairiam mais barato. Contratar uma duzia de lançadores de encantamentos passando fome deveria ser um enredo mais forte do que um equivalente "cospe-fogo = dano de bazuca".

Shadowrun pode ter se inspirado em cyberpunk, e usar muitos de seus elementos, mas não é cyberpunk e, de novo, isso não é ruim). Do mesmo modo que cyberpunk usa elementos de noir e não é noir, ou vaporpunk pode usar elementos de velho-oeste sem ser bang-bang.

Percebem? Shadowrun é sub-aproveitado quando tenta ser mero cyberpunk (e isso é um tremendo elogio, se entenderam o que eu disse). Quando se prende, com esses recursos, a uma história cyberpunk o cenário está sendo subaproveitado para o tipo de coisa que ele pode permitir.

Dark Conspirancy ainda se segura, desde que você consiga fazer aventuras mais de conspiração e intriga e menos de combate a opressão de corporações em si.

E kuro merece um capítulo a parte, mas em essência p jogo é planejado para dois tipoos diferentes de campanha (ainda que a ênnfase em tecnologia seja menor do que eu gostaria),  é em essência, cyberpunk japonês (que assim como o bang-bang à italiana faz, tem sua propria lógica em relação ao original americano).

O que fazer, portanto?
Minha sugestão é: Pare de chamar Shadowrun (e afins) de Cyberpunk e use "Shadowpunk" (ou um termo que prefiram). Assuma a personalidade própria do jogo. Invista, por exemplo, mais em mitos indigenas americanos, faça a magia ganhar corpo frente a tecnologia e, com isso, tornar a relações sociais, baseadas em produção de tecnologia, um caos. Você não precisa de insetos multi-dimensionais para aproveitar os recursos, precisa se ater ao "Punk" e dar a eles mais sombras - misticas no caso, assustadoras histórias do mundo saindo do controle.

Há variáveis bastante bacanas, como Vaporpunk e Clockpunk, que fornecem ambientações e desafios próprios. Por mais similaridades que a Era Vitoriana tenha com alguns elementos cyberpunk, a sexualidade, por exemplo, tem características próprias. A loucura, as concepções de guerra, democracia e relações de empregados x patrões são diferentes. Para funcionar em casos assim, entender as diferenças e sair delas, e não do modelo inicial, é fundamentl para histórias com muito mais personalidade.

Enfim, espero que os jogadores de Shadowrun entendam a proposta do texto.
Não odeio SR, acho um RPG divertido e bacana. Assim como não odeio Kuro (basta ver outras postagens no blog) e assim como amo Dark Conspiracy, que é uma das minhas ambientações preferidas.

Mas é diferente o suficiente de cyberpunk para merecer outro tipo de definição. E acho, sinceramente, que isso é positivo.

Abraços, não me xinguem muito e, se fiorem fazê-lo, façam só depois de ler o texto (com calma e sem sangue nos olhos, se der).


Bibliografia sugerida:

-http://forums.dumpshock.com/index.php?showtopic=4088 (fala do Gibbons)

- Donna Haraway : Simians Cyborgs And Women

- Herlander Elias Cyberpunk 2.0, Fiction and Contemporary

- Technée e Psiquée (Umberto Galimberti)

- Dani Cavallaro: Cyberpunk & Cyberculture (esse ainda estou lendo)


Tio Brega.(publicado originalmente em Cyber Magister)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tralhas Para Cyberpunk 2020: Produção Coletiva 1

A comunidade CYBERPUNK 2020 BRASIL, criada pelo Ricardo Bianconni, depois repassada para mim, TEM ANDADO DE VENTO EM POPA.

Além de discuções sobre música, filmes, filosofia e afins, sem perder o enfoque no RPG, nos últimos tempos tem rendido uma série de idéias de novos equipamentos (implantes, armas e tecnologia) para serem aplicados ao jogo.

Seguem alguns exemplos (reproduuzidos com autorização dos autores)

Máscara Full Face Total Recall (Eduardo Naddar):
(implante baseado na "cabeça" da primeira versão do filme de mesmo nome):

 Uma cabeça de pele sintética maleável imitando com perfeição um rosto pré determinado (dificuldade 20 para notar a diferença). Use com um chapéu e será impossível desmascará-lo ( dif. 25).

 Micro-motores são responsáveis pela aderência da máscara a pele do rosto do usuário e pelas expressões faciais diversas. A máscara full face recobre a cabeça inteira, cabelo e pescoço e pode ser feita imitando sua celebridade favorita.

 A versão Infiltrator Deluxe vai com emulador de voz de fábrica, permitindo imitações perfeitas e com uma memória de "cacoetes" e expressões faciais comuns usadas pelo imitado.
A máscara é conectável a qualquer chipware socket e ocupa um espaço.
-Um segundo opcional, com uma bomba 7d6 de fragmentação pode ser instalada no armeiro de fundo de quintal mais perto de você. "I have a little surprise!"

Custo: 1250 EB. (incomum).


Rubber Face - Implante de face moldável  (Eduardo Naddar):
Esse implante consiste no transplante total de pele e musculatura do rosto e pescoço. O rosto original é substituido por pele e músculos sintéticos que se moldam de acordo com a vontade do usuário. O usuário, de posse de uma foto ou escaneamento 3D com alta definição de um alvo, deverá se olhar no espelho e o implante fará as alterações. Uma cópia fiel do rosto e pescoço do alvo estará pronta no tempo de 5 minutos.

 Cada nível de detalhes ("Bom", "Excelente" e “Perfeito” ) tem, respectivamente, 70%, 50% e 30% de darem certo, e metade disso para mais de uma hora de funcionamento (bugs são comuns em texturas tão delicadas). Ou seja, quanto mais tempo for utilizada, maiores as chances de alguma imperfeição se fazer notar.

 Por outro lado, ada hora do alvo observado aumenta em 10% as chances de sucesso (pessoalmente, por vídeos, etc). Maximo de 2 horas de observação para bônus. Assim, um alvo pode ter detalhes de comportamento e expressão armazenados para aquela ou para fturas "imitações".

A dificuldade para a simulação é baseada na leitura da imagem via conexão com um cabo ou olho biônico comum. No entanto um chip de transmutação da imagem observada para as adaptações simuladas é necessário.

 Mesmo o cabelo, cor e seu comprimento são simulados pelo implante. Para uma imitação mais perfeita sugere-se um sintetizador de voz usado em conjunto. Cada base de fios de cabelo pode ser usada por até 30cm artificiais, ou 1 x para cabelos longos, 2 xs para cabelos médios ou encaracolados, e 6 x para cabelos curtos comuns. Cada refil capilar custa 100 eurodolares, e não são fáceis de serem encontradas.

A cirurgia para implantar a máscara é bastante difícil e complexa e o custo para humanidade 3d6+2.
Wet Dreams de J.K. Potter.
Não, nada a ver com a série do bruxo).

Morpheus Chip - Chip de sonho programado  (Eduardo Naddar):
Esse chip deve ser colocado no chipware socket ao se deitar, proporcionando sonhos previamente selecionáveis.

É possível inserir palavras-chave, emoções, mensagens, imagens e pessoas no sonho. Cada sonho será diferente de pessoa para pessoa, uma vez que o chip estimula regiões da memória e criatividade que variam de usuário para usuário.

É possível colocar o cliente, naquela ilha deserta com a gatinha que conheceu no dia anterior ou se tornar aquele super-herói favorito dos quadrinhos.

Existe uma versão desse chip, um pouco mais cara, que permite o estudo de idiomas e skills durante o sono.

Sistema para uso em jogo:

- Modificação de comportamento:
Diminui em 10% as chances de um criminoso repetir um comportamento agressivo ou anti-social (o personagem rola 1d10, se der 1 em uma ação considerada inadequada ele não consegue fazer a mesma). Cada rolagem retira do personagem 1 ponto de humanidade.

-Sonhos de Uma Noite de Verão:
Sonhos vividos com temáticas como férias em Marte, combate a piratas e afins. O usuário ao acordar sabe que é um sonho, mas dificilmente notam durante. Alguns usos além disso são torturas de inimigos, “jogando-os” em cenas de tortura, agunstia, morte, inferno, etc por horas a fio. Este tipo de uso reduz a Empatia do alvo em 1 (menos 10 de humanidade) e fará com que ele tenha um equivalente a uma cyberpsicose em decorrência (dificuldade para resistir = 25 x rolagem de Resistir Torturas; drogas +Willpower e modificadores).

-Aprendizado: (nível máximo alcançado = 3).
Cada nível demora seu aprendizado x sessões de sono para ser atngido (´por exemplo, se quer passar de nível 1 para 2 de pilotar AV, demora 3 noites de sono usando o chip).
A diferença para chips comuns é que o usuário PODE aprender mais níveis depois. Considere o preço de um chip comum de aprendizado x 3 para cada nível a ser adquirido.


Barricada Portátil: (Raphael Conterno e Brega Presley)
Essa idéia surgiu após um vídeo de um game:
(Call of Duty: Advanced Warfare):
(A "barricada" aparece em 1:50 do vídeo)

SP 15; custo 480,00 (EB), 3 metros de comprimento. altura de 1,2 metros, peso: 12 quilos.
Os "postes" são armados de modo similar aos "anchor Feets" , implante de pés do suplemento Chromebook 2. Dois turnos para ser armada.



Fora isso, Drones, venenos, implantes, tratamentos avançados para Cyberpsicose, projeto de ACPAs e outros trecos estão sensdo bolados. Mais para frente trago outros aqui.


Pessoalmente isso me deixa bem feliz, porque torna vivo o sistema, uma vez mais. Alguns dos usos da tecnologia, sobretudo na vida cotidiana das pessoas comuns, serem pensados em como modificariam (ou modificarão) a vida das pessoas é um  dos elementos mais interessantes do Cyberpunk, e é um prazer ver esse tipo de discussão acontecendo.

Abraços

Brega Presley

quarta-feira, 6 de março de 2013

Terminator 2 3-D (curta com Arnold)

Seguinte: Esse video (de 1996) foi um curta feito para um parque temático e para ser assistido com óculos 3d.

Além do guri que fez o Connor em T2 temos Linda Hamilton e Arnoldão repetindo seus papéis.

A história é beeemmm básica, com Connor sendo transportado adolescente para o futuro e tentando explodir a Skynet (pois é, de novo).

Há uma espécie de helicoptero voador (Hunter-Killers ou HKs), versões do T-800 e T-1000 e um inimigo final, um "T-1.000.000" (uma aranha gigante de metal liquido que dão bons plots para aventuras cyberpunk.

Recomendo aos fãs (o filme pra valer começa aos 1:50), tentando entender que o filme (repito) deveria ser uma experiencia em um parque de diversões mais do que assistido em uma tela de computador.

A ser conhecido por fãs, de qualquer modo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Regras para Cyberpunk 2020 simplificadas

Eu tenho usado (e gostado) do sistema sugerido em Cybergeneration (Saturday Nite Skuffle).
Ele é bem mais ágil que o sistema do antigo cyber 2020, e permite a resolução de combates um um lance de apenas dois dados (2d10, 1 para saber se acertou, outro para se calcular o dano a partir de uma tabela bem rápida para consulta).

um TERCEIRO dado d10 pode ser rolado, dependendo do dano, para checar se o personagem morreu, ficou desacordado, etc. ainda assim, muito mais rápido que no sistema original. Adaptei e ampliei algumas das tabelas originais, bem como corrigi um possível erro no original do Cybergeneration (um numero da tabela).

As tabelas (Ampliadas):
Armas baseadas em d6:



Tabelas para armas baseadas em d10:


Tabela para armaduras:


Tabela de dano em briga e absorçao dano:


Tabela dano cybergeneration:

As house rules da regra original:
-Rajadas: cada + 5 tiros lançadas contra o alvo  dão +1 de DANO final.
-Eu dou 12 pontos de dano para todos os personagens, e retiro o dano apenas da tabela de Tipo Corporal (TCO).
- O Heigberg (Almirante das Forcas Terrestres, que também é conhecido pela alcunha de "Leandro Parejo"), sugeriu uma mudança extra, que ainda não testei: O número de sucessos ACIMA da dificuldade, somam-se ao resultado.

Faixa Bônus: A ficha que adaptei de cybergeneration para minha mesa da adptação de Akira:

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ficha de Skake Plissken (Fuga de Nova Yorque) para Cyberpunk

Kurt Russel sempre foi especialista em personagens canalhas. Mas, ao lado do caminhoneiro de "Aventureiros do Bairro Proibido", Snake Plissken , o anti-herói com o clássico tapa-olho, foi insuperável. A ponto do personagem ser "homenageado" em "As Aventuras de Billy & Mandy" como "Hoss Delgado", um caçador de Monstros machão.


(Ele repetiu o personagem no, infelizmente mediocre, Fuga de L.A.)


No filme,  Snake é um ex-herói de guerra, que perde o olho esquerdo de maneira desconhecida (possivelmente em uma missão de guerra), que é dado como morto (uma das possibilidades é que tenha sido capturado após Harold "Brain", ter abandonado o companheiro por ter demorado demais.

A história de Fuga de Nova Iorque é extremamente simples, beirando aquela ruindade que cai no gosto dos fãs, mas pela idéia um tanto "virgem" na época (transformar NY em uma cidade abandonada), quanto pela atuação de um Russel cínico, sem falar em boas cenas de tensão e ação, o filme funciona.

Em termos gerais, em "1988" a criminalidade nos EUA teriam crescido 400%, forçando o país, em 1992, a transformar a cidade em uma imensa terra de ninguém, onde os presos por diferentes crimes eram simplesmente jogados na ilha de Manhatan, de onde não poderiam sair jamais.

Apesar do filme não deixar claro, aparentemente há remessas mensais de comida, que, insuficiente, faz com que alguns grupos de famintos cacem humanos para comer (desossando as vitimas em minutos). Há uma pequena produção de combustível na ilha, o que permite que um numero limitado de carros ainda circule pelas ruas empilhadas de entulho e barricadas.

No filme, o Presidente Americano está sobrevoando a ilha para ir a uma conferência, quando uma terrorista inflitrada derruba o avião sobre a ilha. O presidente salta em uma clápsula e cai exatamente dentyro da zona de guerra, usando um relógio licalizador.

Snake, 1que havia sido preso horas antes por um assalto a um banco, recebe a opção: Ir para a ilha e resgatar o presidente (e sua pasta), ou ir para a ilha e não sair jamais. como "incentivo" extra, ele recebe um implante de um veneno que se dissolverá em 24 horas, e, se nçao trouxer o presidente, e sobretudo, uma pasta que ele carrega, morrerá.

Há diversos grupos, que ficam a cargo do mestre pensar, mas que podem ser desde grupos de cyberpsicoticos a nomades viciados. O que importa é jogar todo o tipo de malucos maltrapilhos em cima do grupo a cada poucos momentos.

Adaptando para Cyberpunk: Para fins de jogo o grupo pode ser contratado para resgatar o presidente, com as mesmas limitações (ou colares explosivos, etc), ou, se preso, pode ter esta missão como forma de atingir o perdão presidencial.
Fora isso, em vez do presidente do país, o alvo pode ser um presidente ou um altíssimo executivo de uma megacorporação.

Como cenario, além da NY prisão, como Nova Iorque foi alvo de um ataque terrorista usando armas atômicas, os personagens pódem receber "clapsulas" anti-radiação (com efeito de 24 horas). Ou, simplesmente, o avião pode ter caído dentro de uma Zona de Guerra, quanquer, bem barra pesada, cabendo aos jogadores entrar e retirar  o alvo de lá a tempo.

SNAKE PLISSKEN: O personagem foi feito acima da média em termos de pontuaão, e pode ser tanto um NPC que se perca ou lidere o grupo, como ser interpretado por um dos jogadores, se o nível da mesa permitir.
Historico: Teve um olho arrancado por um tiro de muniçao incendiaria, Em virtude de terminacoes nervosas seriamente danificadas, ele não pode colocar um implante de olho. Snake é um ex-agente das forcas Especiais. Especial: Snake é um conhecido herói de guerra. Toda vezque alguém o reconhece (Int + Percepção + 1d10 X 15) fala “Achei que você estava morto!”)

INT [ 5 ] REF [9/ 11 ] TEC [4] AuCon [ 8] SOR [6] TCO[ 8 ] EMP [ 4 / ] ATR [ 6 ]  MOV [ 9 ]
Btm -3
Idade 32
Implantes: Opcional, já que no filme ele não apresenta quaisquer implantes:
Basic Neural Adrenal Booster +2, Braço direito Cyber com icer (CO2), um extintor de alcance de 2 metros e que pode cegar por 3 turnos o alvo.Chips: GPS; chip Militar: permite pelo som de uma arma identificar seucalibre e tipo. Para fins de jogo somar +3 em ações de reconhecimento de aramento (int + arma (rifle, hand gun ou SMG)
Equipamento: Uma faca de arremesso. um colt amt modificado com 2 tiros na perna, colete teflon 15
Hab. Especiais: Noção Combate: 8 OU, se tiver implantes: 8 +2 (10)
Atratividade: Roupas e Estilo: 2
Tipo Corporal: Feitos de Força: 4, Natação: 2, Resistência: 3
Autocontrole:Interrogatório: 3 Intimidação: 5 Manha: 4 Res. Tort./Drogas: 3
Empatia: Percepção (hum.): 2 Persuasão e Lábia: 1
Inteligência: Atenção/ Notar: 6 Especialista: recuperar pessoas 6 Jogo (jogatina): 4 Rastreamento: 5 Sobrev. (nat.) : 4
Reflexos: Arquearia 2 Armas Brancas: 2 Armas (pistola): 11 Arma Rifle (fuzil): 3 Armas Pesadas : 4 Arma Submetr: 8Atletismo: 8 Arte Marcial (Caratê) 8 Dirigir: 6 Esquivar : 5 Furtividade: 5 Motocicleta: 3 Pilotar Helic.: 2 Surfe 6 Pilotar Asa Fixa: 6
Técnica: Armeiro 2 Arrombamento: 6 Demolições: 1 Medicamentos: 2 Seg. Eletrônica: 3

Armas:
-S&W 67 P -1 Bolso MC 1d6+1 6 1 VR 50
-Mac10 Mod SMG 3 J U 2d6+2 ap Heat 50 25 VR 50
-Bronson P 1 j R 5d6 6 2 VC 80
Equipamento:
Cantil, sinalizador (relógio Presidente) Comunicador

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Tralhas para Cyberpunk 2020: Akira 4/4: Fichas de Personagens (B - PNJs)

Finalizando este pequeno projeto pessoal:
Personagens não-jogadores (PNJs ou NPCs) para Akira:

Vamos começar pelas gangues:

Coringa (45 pontos): O Coringa tem um papel um pouco mais relevante no mangá que no filme. Dotado de uma capacidade tecnológica incomum, ele ajuda Kaneda a enfrentar Tetsuo. No filme ele é apenas o líder de uma gangue rival e fica a critério do mestre até onde se aprofundar neste NPC (ou mesmo se interessa transforma-lo em PJ em algum momento de uma campanha).
Int 8; Ref  4; Cool  6 ; Tech  8; Move  2; Luck 2 ; Body  10; Emp  3; Att 2
BTM [ -4 ] Hits [  ]
H.E: Tinkertot 6, Mosher 5
Habilidades gerais: Combate 5; Le Parkour 1; Ficar na Moita (Ref) 1; Conhecer Paradas 3; Mobral 4
Cara de Nerd 1; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 2; Ser o Chefe (E) 6; GenGíria (In) 1; Braço 3
Membros típicos de Gangue (35 pontos): Int 4; Ref  5; Cool 3 ; Tech 4; Move  8; Luck 2 ; Body 5; Emp  3; Att 3
BTM [ -2 ] Hits [  ]
H.E:  Mosher 3 ou Hotbike 3
Habilidades gerais: Combate 3; Le Parkour 3; Ficar na Moita (Ref) 2; Conhecer Paradas 3; Mobral 2
Cara de Nerd 2; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 2; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 3; Dirigir 4
Ryu (rad) (45 pontos): Ele é  o irmão adotivo de Kei. Acredita na necessidade de se mudar o sistema e luta contra tudo isso queaí está. O problema é que seu mentor é o corrupto Nezu.
 Int 5; Ref  9; Cool 5; Tech 2 ; Move 5 ; Luck 3 ; Body 8 ; Emp 4 ; Att 4
BTM [ -3 ] Hits [ ]
H.E:  Combate Sense 4
Habilidades gerais: Pistola/ Smg 5; Rifle 6 Atletismo 6;  Disfarce 7; Contatos 5; Educação geral 5; Demolições 7, Sistemas de segurança 5
Ryu tem acesso a diferentes armas militare (a critério do mestre, explosivos e consegue informações privilegiadas com o Sr. Nezu.


Sr. Nezu (Rad): Ele é um político corrupto que apoia uma "causa" rebelde buscando enriquecimento pessoal, somente. Nos quadrinhos ele tem o apoio financeiro e logístico de Lady Myako, (que no filme é personagem totalmente menor). Ele tem dificuldade de locomoção e usa uma bengala. Ele sabe usar armas do tipo Sniper (no mangá), mas nem sempre com resultados positivos.
Int 9; Ref  3; Cool 5; Tech 5 ; Move 3 ; Luck 1 ; Body 3 ; Emp 2 ; Att 1
BTM [ -2 ] Hits [ ]
Habilidade especial: Mobilizar (Rad): 9. Pistola 4, rifle 6, intrigas palacianas (cool): 8


Chiyoko: Ela só aparece nos quadrinhos. É uma mulher grande e forte que usa badulaques como RPGs como porretes e metralhadoras giratórias para resolver seus "probleminhas". É "tia" de Kei e uma de minhas pérsonagens favoritas na série.
Int 4; Ref  8; Cool 8; Tech 3 ; Move 6 ; Luck 4 ; Body 10 ; Emp 5 ; Att 3
BTM [ -4 ] Hits [ ]
H.E.: Combat Sense (8), rifle 5, explosivoos e armas pesadas 6.

Rebelde Típico (35 pontos): Int 4; Ref  4; Cool 4; Tech 2 ; Move 5 ; Luck 1 ; Body 6 ; Emp 4 ; Att 5
BTM [ -2 ] Hits [ ]
Habilidade especial: Combat Sense 4, Tinkertot ou Arcorruner 4
Habilidades gerais: Rifle 5, Pistola/ Smg 5, briga 4, Melee 5, Demolição 2, Sistemas de segurança 4
Geralmente armados com submetralhadoras (Smg), facas, explosivos, rifles ou granadas (escolha 2).

Milicos:
Coronel: Militar, herói de guerra e um tanto estóico, tenta usar a força para manter a ordem no Japão pós-guerra. É um personagem dúbio que parece ter boas intenções, mas com métodos bastante questionáveis.
Int 9; Ref  9; Cool 8; Tech 5 ; Move 8 ; Luck 8 ; Body 10 ; Emp 5 ; Att 5
BTM [ -2 ] Hits [ ]
Habilidade especial: Combat Sense 10. Liderança carismática (militares) : 10
Habilidades gerais: Intrigas palacianas 2, Armas de fogo geral 7, armas pesadas: 8, conduzir tanque: 8, estratégia militar: 9, Aikifo: 9. O Coronel tem acesso a qualquer tipo de armamento e tem sempre (pelo menos) 4 + 1d6 soldados com ele.


Soldado Típico (35 pontos): Int 2; Ref  6; Cool 4; Tech 2 ; Move 5 ; Luck 1 ; Body 6 ; Emp 4 ; Att 5
BTM [ -2 ] Hits [ ]
Habilidade especial: Combat Sense 4 Habilidades gerais: Rifle 7, Pistola/ Smg 2, briga 5, Melee 4, Demolição 1, Sistemas de segurança 3
Geralmente armados com submetralhadoras (Smg), facas, explosivos, rifles ou granadas (escolha 2).
Eles tem um colete peittoral que dá proteção (SP) 10.

Psiônicos:



Masaru (No. 27): Há duas versões para ele estar em uma cadeira de rodas: Polio na infância e desgaste pelos poderes (a primeira provavelmente é a correta). Tem uma cadeira flutuante e é especialmente dotado em termos de telecinese.
Int 9; Ref  3; Cool 5 ; Tech 6 ; Move (cadeira voadora) 9 ; Luck 5 ; Body 3 ; Emp 4 ; Att 2, PSI: 9
BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E.: Telecinese 8 Teleporte 2 Telepatia 2

Kyoko (No. 25): Ela costuma sonhar com o futuro, sendo uma fonte de informações importante para o Coronel, sobretudo na tentativa de evitar novas catastrofes. Com um corpo estremamente fragilizado, dorme boa parte do tempo.
Int 7; Ref  2; Cool 2 ; Tech 4 ; Move 3 ; Luck 8 ; Body 1 ; Emp 9 ; Att 2, PSI: 8
BTM [ 0 ] Hits [ ]
H.E.: Teleporte 3, Telepatia 6. Precognição 8, Telecinese 2
Hab. Ger.: Desenhos animados 5

Takashi (No. 26) : apesar de ser um senhor de meia idade, parece e se comporta como uma criança. Um dia tenta fugir dos laboratórios, e na sua fuga "aciona" os poderes de Tetsuo. Nos quadrinhos é morto acidentalmente por Nezu, e sua morte acaba desencadeando a seguda explosão de Akira.
Int 4; Ref  4; Cool 4 ; Tech 3 ; Move 5 ; Luck 10 ; Body 4 ; Emp 5 ; Att 1, PSI: 7
BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E.: Teleporte 7, Telecinese 7.
Hab. Ger.: Desenhos animados 8

Lady Miyako (No. 19): Um pouco mais velha que a média dos psiônicos, ela conduz uma seita religiosa e poucos suspeitam de suas habilidades psiônicas. Ela desenvolveu ao longo dos anos fármacos para controle e desenvolvimento de poderes psiônicos, e um tipo de treinamento que permite algum talento ser desenvolvido sem descontrole. Conta com fiéis e monges que dariam a vida por ela. Sabe que Nezu não é confiável, mas conta com sua habilidade para impedir que ele faça alguma besteira muito grande.
Int 8; Ref  2; Cool 7 ; Tech 3; Move 2 ; Luck 6 ; Body 3 ; Emp 6 ; Att 2, PSI: 6
BTM [ -3 ] Hits [ ]
H.E.:  Telecinese 6, Telepatia 6, Teleporte 3.
Hab. Ger.: filosofia 7, Oratória 8, Recursos 9, Admionistração 5, táticas 2, psicologia 6, pesquisas em parapsicologia 8.

Monges (tipicamente NPCs): fieis seguidores de Lady Miyako, com poderes limitados:
Int 4; Ref  5; Cool 6 ; Tech 3; Move 5 ; Luck 1 ; Body 6 ; Emp 5 ; Att 5, PSI: 2
BTM [ -3 ] Hits [ ]
H.E.:  Distribua tres pontos entre Telecinese, Telepatia, Teleporte ou fortalecimento (maximo pontos = a Psi por habilidade).
Hab. Ger.: filosofia 7, Arte marcial 6, armas de fogo 5, psicologia 5, atenção/ notar 5.




Crianças de Miyako (treinadas por ela, segunda geração de treinamento): Elas são crianças de até 12 anos, treinadas especialmente para missões especiais. No Mangá aparecem 3, mas são uma referência interessante para PJs.
Tipicamente serão: Int 5; Ref  2; Cool 7 ; Tech 3; Move 7 ; Luck 6 ; Body 3 ; Emp 6 ; Att 2, PSI: 4
BTM [ -3 ] Hits [ ]
H.E.:  Distribua 5 pontos à escolha (máximo de pontos = PSI) entre: Fortalecimento, Telecinese, Teleporte, Precognição e/ou telepatia.
Habilidades gerais: Combate 7; Le Parkour 7; Ficar na Moita (Ref) 8; Conhecer Paradas 1; Mobral 7 Cara de Nerd 4; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 1; Dirigir 0


Hab. Ger.:
Tetsuo (COM  poderes): Tetsuo vai ficando mais poderoso e arrogante com o tempo.
Int  6; Ref 8 ; Cool  2; Tech  6; Move  8; Luck 8 ; Body 5; Emp  3; Att 3; Psi: 1 a 10
BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E.: Hotbiking: 6,
Habilidades gerais: Combate 4; Le Parkour 3; Ficar na Moita (Ref) 3; Conhecer Paradas 2; Mobral 3
Cara de Anjo 3; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 4; Ser o Chefe (Emp) 3; GenGíria (In) 5; Braço 5
Poderes psiônicos: Minha sugestão é que a cada encontro com Tetsuo ele esteja Psi + 1 que no encontro anterior. Lembre-se de deixar espaço para Tetsuo escapar para um encontro seguinte.
Poderes: Telecinese = Psi, Fortificação = 1/2 Psi (aredondado para baixo).

Soldados Psiôniocos de Tetsuo (Império Akira, nos mangás): Nas ruínas de uma neo-Tokio, Tetsuo tenta criar um império, usando o nome de Akira (que tem uma aparência normal mas tem um comportamento autista) . Para se fortalecer cria um exército de psionicos, na qual 20 ou trinta % apenas dos testados sobrevivem (eles recebem altas doses de medicamento militar). Os que sobrevivem são treinados e passam a receber doses de medicamento normalmente na comida.
Int  3; Ref 6 ; Cool  2; Tech  2; Move  6; Luck 4 ; Body 7; Emp  3; Att 3; Psi: 4
Tipicamente irao ter fortalecimento 4, telecinese 2 e telepatia 1.
Em termos de habilidades gerais será: Combate 5; Le Parkour 3; Ficar na Moita (Ref) 2; Conhecer Paradas 1; Mobral 2 Cara de Nerd 2; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 2; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 1; Dirigir 1

AKIRA (No. 28):  Int  ? ; Ref ? ; Cool  2 ; Tech  ? ; Move  ? ; Luck ? ; Body ?; Emp  ? ; Att 6; Psi: 11 (ops!) Todas as habilidades psionicas (exceto Casco) são infinitas para fins de jogo. Os personagens podem tentar manipula-lo, mas devem torcer, e torcer muito para não tirarem falha crítica (rolagem 1, re-rolar dado, se cair 1 de novo...!). Stress podem acionar problemas de auto-controle (não necessariamente explosões, mas use a criatividade aqui, cosias como tempestades elétricas, tempestade telecinética, ataque telepático, ou até crescimento corporal grotesco como o de Tetsuo        

Enredo: fica por conta de cada mestre e mesa. Pessoalmente dividiria em uma mini-campanha de 3 ou 4 encontros, usando e mescklando situações tanto do filme (mais conhecido) como do Mangá.
Só tenha atenção ao fato dos jogadores CONHECEREM certamente o filme e talvez  o mangá e deixe algumas surpresas pelo caminho.

Abraços e espero ter ajudado.

Ps:Muitas coisas ainda poderiam ser feitas (como por exemplo roteiro de aventura, mapas dos principais locais, etc, mas acho que já há o suficiente para se usar ou se adaptar para diferentes sistemasV (espero). Ler o mangá e assistir o filme são coisas fundamentais para se mestrar a campanha, ok? Há uma caixa especial de Akira que comprei ano passado que é bem bacana e recomendo, se ainda estiver a venda, por falar nisso.
Brega

Ps2: Estou deixando em Word o material completo para baixar em http://www.4shared.com/document/hVuCh45Y/AkirCybergen_adapt_Cyber2020.html


(Não esta diagramado, mas dá para ler)

Outras partes:
Parte 1 ( Novas tecnologias)
Parte 2 (Cyberbikes)
Parte 3 (Poderes Psiônicos)
Parte 4a (Fichas: Personagens para Jogadores

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Tralhas para Cyberpunk 2020: Akira 4/4: Fichas de Personagens (A - Pjs)

Criando Personagens:


O suplemento “Cybergeneration” fornece como “classe” de personagens uma das mais de 20 “gangues” as quais os personagens podem participar.
Cada “tribo” urbana tem habilidades especiais específicas e 50 pontos para se distribuir para os personagens.
Eu acho isso um pouco apelativo, então limitei os personagens a 45 pontos.

Além disso os personagens no livro original tem a chance de desenvolver poderes mutantes vindos de infecção por um nano-vírus. Como a ideia é que os personagens NÃO tenham superpoderes, ao invéz disso dei a cada um deles DUAS tribos a quais pertencem, a primeira é a principal, e a segunda baseada na personalidade ou capacidade dos personagens. A descrição dos atributos resumidamente é a seguinte:
 
-Int (Inteligência); Ref (reflexos, coordenação);
-Cool (Auto Controle, força de vontade, ser sociavel); -Tech (conhecimento em tecnologia);
 -Luck (sorte); -Body (tipo corporal, força);
-Empatia (define humanidade e sensibilidade do personagem); -ATT (beleza física e charme).;
-Psi, que existe apenas em alguns suplementos, e define a quantidade de poder psionico do personagem (salvo exceçoes, será sempre zero).
 
Estes atributos em adultos vão de 1 a 10, mas no caso de personagens adolescentes, vai de 1 a 8. E se enfrentarem adultos a soma de seus atributos e e habilidades valerá apenas a metade.
 
A idade deve ser entre 10 e 15 anos.
Escolha um símbolo para a gangue (preferencialmente de motociclistas).
As habilidades especiais de cada gangue (chamadas no jogo de Yogangues) serã descritas limitadamente aqui. Para maiores informações consulte o livro "cybergeneration"  ou seus suplementos.
 
Motociclistas (goganger): Membros de uma gangue de motocicleta. Violentos, territorialistas, estão sempre prontos para brigas ou para explorar as ruínas de Tokio. Habilidade especial: Hotbiking (Ref): De modo geral recebem bônus em suas manobras em cima de uma moto (some a "Pé de Chumbo" nas rolagens).
 
Rads: Os mais politizados, em geral envolvidos em atentados e atos de espionagem. Habilidade especial:  Mobilizar (Int) serve tanto para chamar pessoas para passeatas e afins quanto para obter informações (neste caso ela vale apenas 50% do valor, arredondar para baixo)
 
Mosher: Curtem a vida, mesmo que a curtição acabe com a mesma. Habilidade Especial: Mosher
Abrir garrafas mordendo o vidro, pular do alto de palcos em uma multidão, correrem uma avenida expressa, amassar capOs de carro com a cabeça, coisas espertas do gênero. Mas que eles sabem curtir, fora isso, sabem. Mosher pode substituir briga em uma luta.

Beaverbrat: Pequenos diabinhos com cara de anjo.  Hab. Especial: Ninja Suburbano (Ref): São hábeis em passar desapercebidos dentro de zonas corporativas, seguir ou despistar pessoas. Seu equipamento tem coisas como chiclete, lanternas, troco para o lanche e bombinhas.
 
Tinkertot: A mais nerd das yogangs, são apaixonados por gadgets e eem saber como eles funcionam, em consertá-los e melhorá-los. H.E.: Kitbash (tech): é a habilidade de melhorar e consertar aparelhos. Bastante similar aos Techies da edição 2020.
 
Streetfighter: exímios artistas marciais, são jovens que receberam treinamnto de algum solo aposentado ou um desempregado que sabia uma coisa ou duas. São disciplinados, puros e levam honra a sério. H.B.: Kata (ref): equivale a uma arte marcial (escolha uma) sem aumento de custo. Você também pode somar +2 em dois movimentos de sua escolha (chute giratório, soco, etc).

Mallbrat: Jovens atravessadores, costumam ter amigosde amigos que conseguem de quase tudo. H.B.: Boost (Int): Conhecem a segurança de lojas, residências e praças, e sabe como conseguir objetos como armas, jóias ou dinheiro sem maiores transtornos.

ArcoRunners: Exploradores dos esgotos e ruínas de grandes cidades (Tokio, no caso) à procura de provas históricas de fatos, objetos antigos e fotos. Sempre equipado com laternas, mapas, botas, cordas e máscaras, não pede oportunidades para fazer exploração arqueológica urbana. Sua habilidade especial é “Tunneling” (Int), que basicamente é saber se virar dentro dos antigos túneis subterrâneos para saber onde estão linhas de energia (10), painéis secretos de controle (20), ou horários de ventiladores e compactadores, tornando sua viagem mais segura (30).

As Habilidades Normais:
Em cybergeneretion existem 11 habilidades apenas, que dão conta de praticamente tudo. outras opodem ser incorporadas dos livros de Cyberpunk ou criadas de acordo com o gosto do mestre. Em vez de usar os nomes em inglês tentei traduzir o "espírito" de cada uma delas para o português.
-Combate (Ref): Habilidade usada para combates armados e brigas
-Le Parkour (Ref): Atletismo, acrobacias e afins

-Ficar na Moita (Ref): Stealhth, camuflagem, etc.
-Conhecer Paradas (Cool): Manha, conhecimento das ruas
-Mobral (Int): Educação de modo geral.

-Cara de Anjo (Emp): Habilidade de parecer inocente quando o bicho pega.
-Trombadinha (Ref): Abrir fechaduras, roubar coisas, bater carteira, etc
-Sacar Enigmas (Int): Desvendar charadas, notar detalhes, descobrir a senha do computador da irma, etc.
-Ser o Chefe (Emp): Comandar um grupo. Define quem é o chefe da gangue.
-GenGíria (Int): Poder conversar de forma ininteligível para adultos.
- Ser Braço (Ref): Quanto mais braço, melhor dirige uma moto ou carro.
Adultos:
Solo: Assassinos profissionais, agentes, soldados e afins: sua habilidade especial é "Combat Sense" que é somada nas rolagens de iniciativa em um confronto. Confira o livro "Cyberpunk 2020 para eventuais dúvidas.
 
A Gangue dos Clapsulas:
  Kaneda (Shotoro Kaneda) Lider nato da gangue "Clapsulas", tem a melhor moto e é um piloto competente. Tem uma relação difícil de amizade com Tetsuo, mas conta com o apoio do resto da gangue. é ele quem em geral arrumar estimulantes e outras coisas para a turma, graças a flertes com uma aluna na escola.
Int 4; Ref 8; Cool 8; Tech 3;  Move 7; Luck 2; Body 5; Emp 2; Att 6
BTM [ -2 ] Hits [  ]
H.E:Hotbike 8; Streetfighting 2
Habilidades gerais: Porrada 4; Le Parkour 2; Ficar na Moita (Ref) 1; Conhecer Paradas 3; Mobral 1
Cara de Anjo 1;  Trombadinha 5; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 6;  GenGíria (In) 2;  Braço 4

Yamagata: Valentão, violento e viciado em apostas de corrida de cavalos, é o segundo em comando da gangue. Nos quadrinhos e no filme ele morre, mas uisso não precisa ocorrer em uma mesa.
Int 2; Ref 7; Cool 7; Tech 3; Move 6; Luck 3; Body 8 Emp 2; Att 5
BTM [ -3 ] Hits [ ]
H.E:Hotbike 5; Mosh 4
Habilidades gerais: Combate 6; Le Parkour 2; Ficar na Moita (Ref) 1; Conhecer Paradas 3; Mobral 1
Cara de Anjo 1; Trombadinha 5; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 5; GenGíria (In) 2; Braço 4

 Kaisuke: Apesar de ter quase a mesma idade de Tetsuo, Kaisuke parece bem menor. Seguidor fiel de Kaneda, é capaz de fazer contatos e amizade com qualquer pessoa. O único membro da gangue, além de Kaneda, que aparece de forma regular até o fim do filme e do mangá.
Int 5; Ref 4; Cool 6; Tech 6; Move 5; Luck 6; Body 3; Emp 7; Att 3
BTM [ -1 ] Hits [ ]
H.E:Hotbike 4; Ninja Suburbano 3
Habilidades gerais: Combate 3; Le Parkour 2; Ficar na Moita (Ref) 5; Conhecer Paradas 3; Mobral 3
Cara de Anjo 7; Trombadinha 5; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 5; Braço 5

Eiichi Watanabe: Um dos membros secundários, é uma versão maior e ménos brilhante do que Yamagata. Aqui é o unico que tem uma habilidade a ultrapassar 8, devido a sua altura (em Body).
Int: 1 Ref: 6 Cool: 4 Tech: 2 Move: 8 Luck 8 Body: 10 Emp: 3 Att: 3
BTM [ -5 ] Hits [ ]
H.E: Hotbike 4; Mosher 3
Habilidades gerais: Combate 7; Le Parkour 1; Ficar na Moita (Ref) 2; Conhecer Paradas 3; Mobral 1
Cara de idiota 8; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 3; Braço 4

Mitsuru Kuwata: Um dos membros secundários da gangue, Kuwata parece ser bem tímido e falar pouco. Em termos de mesa, é o mais inteligente do grupo.
Int 8 ; Ref  4 ; Cool 2; Tech 8 ; Move 6 ; Luck 4 ; Body 4 ; Emp 7; Att 2
BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E:  Tinklertot 4; Hotbike 3;
Habilidades gerais: Combate 2; Le Parkour 1; Ficar na Moita (Ref) 2; Conhecer Paradas 2; Mobral 8
Cara de Nerd 3; Trombadinha 4; Sacar Enigmas 5; Ser o Chefe (E) 1; GenGíria (In) 2; Braço 3
Yaiji Takeyama: Provavelmente  o membro dos Clapsulas mais parecido com Kaneda. Com um humor negro incomum e cabeça quente, em geral é linha de frente em confrontos com gangues rivais. Seu melhor amigo é Kuwata. Possivelmente quem assumiria a liderança sem Tetsuo, Kaneda ou Yamagata.
Int 5; Ref  6; Cool  6 ; Tech  4; Move  5; Luck 5 ; Body  6; Emp  2; Att 6
BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E:  Hotbike 7; Streetfight 3
Habilidades gerais: Combate 7; Le Parkour 4; Ficar na Moita (Ref) 1; Conhecer Paradas 2; Mobral 1
Cara de Nerd 1; Trombadinha 3; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (E) 4; GenGíria (In) 3; Braço 4

Miko: Personagem criada para a mesa, é a unica mulher da gangue. Ela é impulsiva, agressiva e competitiva. Oriental, mas tinge o cabelo de loiro.
Int 7; Ref 8; Cool 5; Tech 1; Move 3 ; Luck 2 ; Body 4; Emp 3; Att 6

BTM [ -2 ] Hits [ ]

H.E.: Hotbiking: 3 Arcorunner2
Habilidades gerais: Combate 4; Le Parkour 4; Ficar na Moita (Ref) 1; Conhecer Paradas 3; Mobral 2
Cara de Anjo 6 ; Trombadinha 4; Sacar Enigmas 1; Ser o Chefe (Emp) 2; GenGíria (In) 2; Braço 6

Tetsuo (sem poderes): Amigo de infância de Kaneda, excessivamente inseguro, tenta provar ser melhor do que se sente a todo momento.
Int  6; Ref 6 ; Cool  2; Tech  2; Move  8; Luck 8 ; Body 5; Emp  3; Att 4
BTM [ -2 ] Hits [ ]

H.E.: Hotbiking: 3
Habilidades gerais: Combate 4; Le Parkour 3; Ficar na Moita (Ref) 3; Conhecer Paradas 2; Mobral 3

Cara de Anjo 3; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 4; Ser o Chefe (Emp) 3; GenGíria (In) 5; Braço 5


Kei: Objeto de desejo da gangue, tem contatos com grupos terroristas e revolucionários. Também pode servir de veículo para poderes psiônicos de terceiros, mas não sabe disso de início.
Int 5; Ref 5 ; Cool 4; Tech 3; Move 4; Luck 3 ; Body 4; Emp 6; Att 8 Psy 3 (Casco 3)

BTM [ -2 ] Hits [ ]
H.E.: Rad 4, Arcorruner 2
Habilidades gerais: Combate 6; Le Parkour 2; Ficar na Moita (Ref) 5; Conhecer Paradas 5; Mobral 3
Cara de Anjo 5; Trombadinha 2; Sacar Enigmas 4; Ser o Chefe (Emp) 1; GenGíria (In) 1; Braço 1

Parte 4b: NPCs para a mesa. Vou fazer ainda mais uma postagem pois esta está ficando grande demais.
Abraços
Parte 1
Parte 2
Parte 3

Até sexto posto alguns NPCs.
By Brega