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quinta-feira, 2 de junho de 2016

X-MEN - IMPRESSÕES SOBRE A NOVA LINHA DO TEMPO E POSSÍVEIS ADAPTAÇÕES PARA RPG

Olá amiguinhos!

Enfim, um filme dos X-Men! Esse foi meu pensamento ao sair do cinema após X-Men: Apocalipse.

A equipe de mutantes mais amada dos quadrinhos finalmente conseguiu atuar como um grupo na telona, e ainda que hora ou outra o protagonismo passe para um personagem específico, a ideia de time ficou muito bem definida.

A primeira observação sobre essa nova montagem que me agradou foi uma linha do tempo concisa e acontecimentos em ordem cronológica. Antes, a linha do tempo era uma bagunça, e com o reboot oficial em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, isso parece ter sido consertado. Achei que foi uma boa maneira de recontar a história,e ignorar a trilogia inicial, mais os dois filmes solo e lamentáveis do Wolverine. Aliás, que segundo Hugh Jackman, não será mais interpretado por ele após Wolverine 3, filme que não deve fazer parte da nova linha do tempo de X-Men.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Hey Michael Beck! We Still Love You, Man!


And all the others "Warriors".

James Remar (Ajax)
Dorsey Wright (Cleon)
Brian Tyler (Snow)
David Harris (Cochise)
Terry Michos (Vermin)
Deborah V. Valkenburgh (Mercy)
Tom McKittery (Cowboy)


And Roger Hill, David "Wanto to Play?" Kelly, Marcelino Sanchez,  Lynne Thigpen (ouch what a voice!), and all the liszies, furies, boopers and on and on.

In Brazil, the book based on Sol Yurick masterpiece (I love this book, it´s still better and very diferent from the movie) have  fans.

Well, not like "Avengers", but is a very liked and remenbered movie.

In the name of your all local fans;

Thanks for all fun and memories 
and very good scenes, people!

Luther, in english:

And in portuguese:


terça-feira, 19 de agosto de 2014

A Aventura de A História Sem Fim


Para cinéfilos, fãs e até mesmo o público em geral não há local melhor para assistir seu filme predileto que a própria sala de cinema. Infelizmente, não temos uma sala dessas em casa e não há filme que perdure eternamente nos circuitos.

Mas algumas vezes os deuses são bondosos e fazem mais que fazer o raio do D20 dar dano crítico. Uma sessão especial em um cinema aqui do Rio de Janeiro trouxe nada mais, nada menos que o saudoso A História Sem Fim (The NeverEnding Story) para a telona.

Obviamente, não há muito o que esperar em matéria de efeitos especiais de um filme de 1984, mas o grande destaque (não de forma positiva) vai para o dragão que nem mexe a cauda quando em solo e a cópia das esfinges do oráculo trocando apenas as cores.

O melhor de A História Sem Fim, é claro, é a história. Baseada no livro “Die unendliche Geschichte” do escritor alemão Michael Ende, o conflito começa com o jovem Bastian em apuros, perseguido por alguns garotos que insistem em atormentá-lo, quando ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, o qual classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido.

Com as mãos de Bastian no livro-título, dá-se início à grande aventura que poderia ser muito bem retirada de uma sessão de RPG. E das boas. Nada falta e a semelhança é de deixar boquiaberto. A busca de Atreyu começa com o chamado, assim como a grande maioria de nossas aventuras. O mundo, aos poucos, é devorado pelo Nada e a imperatriz de Fantasia, a única pessoa capaz de salvar todos, está morrendo. Atreyu é então chamado ao palácio imperial, onde recebe o Auryn (um medalhão mágico) e a oferta de salvar o mundo ao buscar a cura.

Depois de vagar enormes distâncias sem saber ao certo onde ir, Atreyu decide procurar uma antiga anciã conhecida por saber todas as respostas. Seu trajeto o leva através de um pântano capaz de engolir todos aqueles que estão sobrecarregados de tristeza. Não prosseguirei nos conflitos pelo risco de spoilers. Embora o filme seja bem antigo, ainda há um bocado de gente que nunca o viu.

Por fim, o ponto onde quero chegar é a existência, nessa obra, de uma aula de narração de aventuras, com situações inusitadas que vão muito além do combate e exigem diversas habilidades de um personagem. Pense no desespero de um warrior ou fighter ao perceber que toda sua força e perícia de nada serve para mantê-los a salvo e que no fim, o bardo é o mais indicado para salvá-los, como seria o caso do pântano de tristezas. Isso certamente enriquece uma narrativa e deixa o grupo com diversas histórias para contar.


Vale ressaltar que não somente A História Sem Fim pode servir de inspiração, mas inúmeras outras antigas e esquecidas por muitos.


Por Benn Green (Elias Paixão)